
Muito legais esses trabalhos feitos com letras...
Fonte: http://ow.ly/16eukg
http://elfyourself.jibjab.com/view/KekyyCpD8jW5dMOxny6Z


Alivia a dor dos meus ombros por passar a vida a reconhecer erros, deslizes e negligências com a língua portuguesa, matéria-prima do meu ofício.
Concede a humildade para aceitar a minha capacidade como profissional, a lealdade para com os meus pares, o respeito ao meu trabalho e a paciência para ser um ourives da palavra, que transforma a pedra bruta em algo precioso e raro.
Além disso, dá-me o principal reconhecimento: o próprio. Sou um instrumento para que o mundo escreva a sua história da maneira mais doce possível: pelo bom uso da palavra, aquela que me acompanhará até o dia em que eu escrever a minha última página de vida.
Assim seja.

Segunda feira, dia 19, o Kindle começou a ser enviado para o Brasil. E ontem, terça, a maior cadeia de livrarias dos Estados Unidos soltou o que pode ser a maior bomba para as vendas de livros tradicionais desde que toda essa estória de ebooks começou. A Barnes & Noble, que já vinha se preparando ao montar uma loja virtual de ebooks e adquirir a Fictionwise no processo, anunciou o Nook, que já está à venda e começa a ser entregue em Novembro. O aparelho não só é superior ao Kindle no quesito técnico, como no que se propõe sua empresa e na chacoalhada que ela dá nos mercados de livros impressos e digitais.
Antes de tudo o que há de ser dito por aqui, uma diferença clara entre os dois aparelhos: o kindle está disponível para nós, brasileiros, enquanto o Nook não está, e não há planos para tanto. No entanto, ele traz algo valiosíssimo ao encabeçar uma nova geração de aparelhos e quebrar paradigmas no que é permitido aos consumidores fazerem com livros eletrônicos.
Veja só, além do Nook, a Barnes & Noble possui um site com mais de um milhão de títulos, contra os suados 350.000 da Amazon, e seu software de leitura de ebooks, que serve no iPhone, Blackberrys, Motorolas e até mesmo no computador, de graça, com toda a sua coleção adquirida com eles. Ou seja, para usufruir dos títulos digitais da B&N o leitor nem ao menos precisa ter o Nook! E sabe para que mais não precisa-se do aparelho? Emprestar ebooks. É, amigo, de uma hora pra outra o único argumento pró-papel que resta é o cheirinho do livro mesmo, para aqueles que consideram cheiro o aspecto mais importante na leitura. Pode-se emprestar cada livro seu do computador para alguém que tem iPhone ou qualquer outro aparelho com o software, por duas semanas. Onde é que fica o Kindle, mesmo?
Fonte: recebido por e-mail...
Acho que a moda pode não pegar agora, mas para as novas gerações isso é perfeito... Adeus livros de papel....

Apesar do terror todo que essa gripe tem deixado, achei uma boa ideia (ui, sem acento!) colocar esta foto.